Veja o calendário, a taxa de R$ 174,08 e como evitar multas em São Carlos.

IPVA vencido e “janela” no licenciamento: o que o motorista de São Carlos precisa saber em junho

O calendário de parcelamento do IPVA 2026 terminou em maio e o licenciamento obrigatório em São Paulo só começa em julho. Entenda o que pagar agora para não cair na irregularidade. São Carlos, SP — Quem dirige em São Carlos vive em junho um momento de calmaria no calendário do veículo — mas que esconde uma armadilha. O prazo regular de pagamento do IPVA 2026 já se encerrou, enquanto o calendário oficial de licenciamento ainda não começou. O resultado é uma “janela” que costuma gerar confusão: há quem pense que está em dia sem estar, e há quem acredite que precisa licenciar agora sem necessidade. A seguir, o que de fato vale para o motorista são-carlense neste mês. IPVA: o prazo já passou Segundo a Secretaria da Fazenda e Planejamento do Estado de São Paulo (Sefaz-SP), o parcelamento do IPVA 2026 foi dividido em até cinco parcelas mensais, de janeiro a maio. A última parcela, referente às placas de final 0, venceu em 25 de maio. Ou seja: em junho não há mais nenhuma parcela regular a vencer. Quem não quitou o imposto no prazo já está em atraso. Após o vencimento, passam a incidir multa e juros, e a recomendação é emitir a guia atualizada e pagar o quanto antes — antes que o débito seja inscrito em dívida ativa. O pagamento pode ser feito pela rede bancária com o número do Renavam, ou via Pix, com o QR Code gerado exclusivamente no portal da Sefaz-SP. Licenciamento: nada vence em junho O calendário obrigatório de licenciamento de 2026 do Detran-SP vai de julho a dezembro, escalonado pelo final da placa. Para carros de passeio, motos e ônibus, junho é um mês livre: não há vencimento obrigatório. O mês serve apenas para quem quer se antecipar. É possível pagar a taxa de licenciamento de forma voluntária agora, desde que o IPVA e eventuais multas já estejam totalmente quitados. Confira o calendário oficial para veículos de passeio: Final da placa Prazo-limite 1 e 2 31 de julho 3 e 4 31 de agosto 5 e 6 30 de setembro 7 e 8 31 de outubro 9 30 de novembro 0 31 de dezembro Caminhões e caminhões-tratores seguem calendário próprio, com prazos a partir de setembro. Quanto custa e como pagar A Taxa de Renovação do Licenciamento Anual de Veículo (TRLAV) em São Paulo é de R$ 174,08 em 2026, valor fixo por veículo, independentemente de modelo ou ano. Diferentemente do IPVA, ela não pode ser parcelada nos canais oficiais: deve ser paga em cota única. Para licenciar, é preciso ter quitado o IPVA do ano, eventuais multas e não ter restrições sobre o veículo. O pagamento pode ser feito em agências e aplicativos bancários, lotéricas ou via Pix. Depois de confirmado, o documento digital (CRLV-e) fica disponível em até 24 horas no Portal do Detran-SP, no aplicativo CNH do Brasil ou no portal da Senatran. A versão impressa, quando desejada, fica por conta do próprio motorista. O risco de circular irregular Rodar com o CRLV vencido é infração gravíssima. A multa é de R$ 293,47, com 7 pontos na Carteira Nacional de Habilitação, e o veículo pode ser retido e levado ao pátio até a regularização. Por isso, mesmo na “janela” de junho, vale conferir a situação do carro antes de viajar — sobretudo quem ainda não acertou o IPVA. Atenção aos golpes A Sefaz-SP reforça que as páginas oficiais de IPVA e licenciamento estão sempre no domínio “sp.gov.br”. Não pague boletos ou Pix de IPVA para contas que não sejam do Governo do Estado, e desconfie de mensagens com links recebidas por aplicativos. Na dúvida, gere a guia diretamente nos portais da Sefaz-SP e do Detran-SP.

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Combinação de baixas temperaturas e uso de etanol exige cuidados específicos

Carro flex “negando fogo” de manhã? Veja como evitar dores de cabeça nas manhãs frias de São Carlos

Combinação de baixas temperaturas e uso de etanol exige cuidados específicos com o sistema de partida a frio e a saúde da bateria. As manhãs mais frias dos últimos dias em São Carlos têm obrigado muitos motoristas a acordarem um pouco mais cedo — não por opção, mas porque o carro resolveu “ignorar” a chave na primeira tentativa de partida. Quem abastece com etanol já sabe que o comportamento do motor muda quando os termômetros despencam, mas o que poucos sabem é que pequenos esquecimentos podem acabar descarregando a bateria ou danificando componentes eletrônicos. Nos carros flex, o etanol precisa de uma temperatura interna mínima para evaporar e queimar corretamente dentro dos cilindros. Quando a temperatura ambiente está abaixo dos 16°C, esse processo fica muito mais difícil. Para ajudar os motoristas são-carlenses a não ficarem a pé antes de ir para o trabalho ou levar os filhos à escola, consultamos mecânicos da cidade para entender o que fazer e o que evitar nas manhãs geladas. O fantasma do “tanquinho” de partida a frio Embora os carros mais modernos (fabricados nos últimos anos) possuam sistemas de aquecimento dos bicos injetores que eliminam a necessidade do reservatório de gasolina, a frota de São Carlos ainda conta com milhares de veículos que dependem do famoso “tanquinho”. O grande erro da maioria dos condutores é deixar a gasolina do reservatório envelhecer. “O motorista abastece o tanquinho no ano passado e esquece dele. A gasolina comum apodrece em cerca de três meses, criando uma goma que entope a bombinha injetora. Quando chega o frio de verdade e o carro precisa daquela gasolina para ligar, o sistema falha”, explica um mecânico com oficina na região do Jardim Cruzeiro do Sul. O truque da proporção no tanque principal Para quem não quer se preocupar com o sistema de partida a frio ou tem um carro que costuma sofrer para ligar no inverno, a recomendação dos especialistas é fazer uma mistura estratégica diretamente no tanque principal no próximo abastecimento. Manter uma proporção de 70% de etanol e 30% de gasolina no tanque é o suficiente para melhorar drasticamente a estabilidade da queima nas primeiras rotações do motor pela manhã, sem abrir mão da economia que o álcool proporciona no restante do dia. Passo a passo para a partida perfeita no frio Se você entrou no carro e percebeu que o painel está marcando uma temperatura muito baixa, siga este roteiro para poupar o sistema elétrico: Após o motor funcionar, não há necessidade de ficar longos minutos parado esperando o carro esquentar. O ideal é sair suavemente e dirigir de forma tranquila nos primeiros dois ou três quilômetros, até que o ponteiro de temperatura da água atinja a faixa ideal de trabalho. Isso protege o motor, economiza combustível e evita o desgaste prematuro das peças internas.

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Com_a_chegada_da_chuva_e_a_queda_nas_temperaturas_cuidados_com_palhetas_desemba

Frente fria e pista molhada: oficinas de São Carlos dão dicas para dirigir com segurança e evitar acidentes

Com a chegada da chuva e a queda nas temperaturas, cuidados com palhetas, desembaçador e calibração dos pneus tornam-se vitais nas vias da cidade. A recente mudança no clima em São Carlos, que trouxe dias seguidos de chuva constante e queda brusca na temperatura, acendeu o alerta para os motoristas que trafegam pelas ruas e avenidas do município. Além do trânsito que naturalmente fica mais lento em pontos críticos — como a região da Baixada do Mercado e os acessos à Rodovia Washington Luís (SP-310) —, dirigir sob essas condições exige cuidados técnicos específicos com o veículo para evitar colisões e derrapagens. O combo “frio e chuva” altera diretamente o comportamento do carro e a percepção do condutor. Para ajudar a garantir uma viagem segura, conversamos com especialistas de centros automotivos locais, que listaram os pontos que demandam atenção imediata. 1. Visibilidade em primeiro lugar: o drama dos vidros embaçados No frio, a diferença de temperatura entre o interior quente do carro e o ambiente externo faz com que os vidros embacem rapidamente, reduzindo drasticamente a visão do motorista. 2. Aderência ao solo: pneus e a temida aquaplanagem Com a pista molhada, a distância necessária para o veículo parar totalmente chega a dobrar. O risco de aquaplanagem — quando o carro flutua sobre uma camada de água e perde o contato com o asfalto — aumenta consideravelmente em trechos de maior velocidade ou onde há acúmulo de água nas laterais da pista. 3. Sistema elétrico e bateria sob estresse Você já reparou que é justamente nos dias mais frios que o carro “nega o fogo” na hora de dar a partida pela manhã? Isso acontece porque o óleo do motor fica mais viscoso (grosso) quando está frio, exigindo muito mais força do motor de partida. Ao mesmo tempo, o processo químico interno da bateria fica mais lento em baixas temperaturas. Direção defensiva no cenário local A recomendação final para quem vai enfrentar o trânsito de São Carlos sob chuva é redobrar a distância do veículo da frente e reduzir a velocidade habitual. Locais com histórico de acúmulo de água ou óleo na pista exigem atenção redobrada logo nos primeiros minutos de chuva, que é quando a pista fica mais escorregadia. Acenda sempre os faróis baixos, mesmo durante o dia, para ver e ser visto.

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são-carlenses buscam alternativas que unam bom custo-benefício e eficiência no combustível.

Mercado de seminovos em São Carlos: alta na procura por carros econômicos movimenta garagens da cidade

O mercado automotivo em São Carlos vem registrando uma movimentação intensa nas últimas semanas, especialmente no setor de veículos seminovos e usados. Com o constante reajuste nos preços dos modelos zero quilômetro nas concessionárias, os motoristas são-carlenses estão mudando a estratégia e focando em oportunidades que ofereçam economia tanto no momento da compra quanto no dia a dia no posto de combustível.

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Infográfico moderno em tons de azul, branco e amarelo intitulado "Guia de Abastecimento: Etanol ou Gasolina em 2026". Dividido em colunas, ele apresenta de forma visual a regra dos 70%, o passo a passo para calcular o consumo personalizado do veículo, o impacto da nova mistura E32 e um resumo de tomada de decisão com ícones vetoriais.

Etanol ou gasolina em 2026: como descobrir qual compensa de verdade

Etanol ou gasolina em 2026: como descobrir qual compensa de verdade A clássica regra dos 70% ainda funciona como ponto de partida, mas deixou de ser uma resposta definitiva. Entenda o cálculo correto e pare de jogar dinheiro fora a cada parada no posto. Todo motorista de carro flex já viveu aquela cena: parado na fila do posto, olhando para as bombas, sem saber se enche o tanque com etanol ou gasolina. A decisão parece pequena, mas se repete dezenas de vezes ao ano e mexe diretamente com o orçamento de quem usa o carro no dia a dia. Em 2026, com os reajustes frequentes nos combustíveis, essa conta voltou a pesar — e a forma de fazê-la mudou. Neste guia, você vai aprender, passo a passo, como tomar essa decisão de maneira inteligente, usando dados reais do seu próprio veículo em vez de regras prontas que nem sempre se aplicam ao seu caso. Por que essa dúvida ficou mais difícil em 2026 Durante anos, a orientação foi simples: o etanol valia a pena se custasse até 70% do preço da gasolina. A lógica por trás disso é que o etanol tem menor poder calorífico — ou seja, rende menos quilômetros por litro. Em média, o etanol entrega cerca de 70% do desempenho da gasolina, e daí veio o famoso limite. O problema é que esse cenário se tornou mais complexo. Mudanças na tributação dos combustíveis, especialmente no ICMS cobrado por litro, alteraram os preços finais de forma menos previsível. Ao mesmo tempo, os motores flex evoluíram: muitos carros novos conseguem aproveitar o etanol com mais eficiência, chegando a 73%, 75% ou até um pouco mais de aproveitamento em relação à gasolina. Some a isso as grandes variações de preço entre estados e semanas do mês, e fica claro por que a regra única deixou de servir para todo mundo. A gasolina mudou: do E27 ao E32 Há um fator que muita gente desconhece: a gasolina vendida nas bombas brasileiras nunca foi gasolina pura. Ela já vem de fábrica com etanol anidro misturado — e esse percentual vem subindo. Durante muitos anos, a mistura foi de 27% de etanol (a chamada E27), e foi com base nessa gasolina que a famosa regra dos 70% se consolidou. Desde 1º de agosto de 2025, porém, esse teor passou para 30% (E30), por decisão do Conselho Nacional de Política Energética. E o governo federal pretende elevar a mistura novamente, de 30% para 32% (E32), ainda em 2026. Como o etanol rende menos quilômetros por litro do que a gasolina pura, cada aumento na mistura reduz um pouco o desempenho da gasolina de bomba — o que ajuda a explicar por que o ponto de equilíbrio entre os dois combustíveis tende a ficar um pouco acima dos clássicos 70%. A boa notícia para quem precisa fazer a conta no posto: você não precisa se preocupar com esse percentual. Quando você compara o preço das duas bombas, a mistura de etanol já está embutida no valor da gasolina. E, para os motores flex, qualquer proporção é segura — eles foram projetados exatamente para isso. O cálculo básico: a regra dos 70% como ponto de partida Mesmo não sendo absoluta, a regra dos 70% continua sendo um excelente primeiro filtro — e a conta é tão simples que você faz no celular, ainda na fila do posto. Como fazer: divida o preço do etanol pelo preço da gasolina. Exemplo prático: se a gasolina custa R$ 6,20 e o etanol custa R$ 4,20, divida 4,20 por 6,20. O resultado é 0,677 — abaixo de 0,70, então o etanol vale a pena. Agora, se o etanol estivesse R$ 4,60, a conta daria 0,742, e a vantagem passaria para a gasolina. Há ainda uma variação igualmente rápida: multiplique o preço da gasolina por 0,7. Se o etanol estiver custando aquele valor ou menos, ele é a melhor opção. São dois segundos de conta que podem render uma economia real ao longo do mês. Por que o cálculo do seu carro é mais preciso A regra dos 70% trabalha com uma média geral. Mas o seu carro não é uma média — ele tem um comportamento próprio. Motores turbo flex, por exemplo, costumam aproveitar melhor o etanol, com uma relação favorável que pode chegar a 73% ou mais. Por isso, o número mais confiável é aquele medido no seu próprio veículo. Para descobrir o limite exato do seu carro, faça o seguinte teste ao longo de duas semanas: Com esse número em mãos, você substitui o “0,70” genérico pelo valor real do seu carro e passa a tomar a decisão com precisão muito maior. Quem dirige um modelo flex mais moderno pode ter uma agradável surpresa: o etanol pode continuar vantajoso mesmo um pouco acima dos 70%. Preço não é tudo: o perfil de uso também conta A matemática financeira resolve boa parte da dúvida, mas não toda. Cada combustível tem características que vão além do valor na bomba: Ou seja: se você roda muito na estrada e valoriza fazer menos paradas, a gasolina pode compensar mesmo quando a conta aponta um empate técnico. Se a sua prioridade é desempenho urbano ou impacto ambiental, o etanol ganha pontos extras. Atenção ao cenário de São Paulo Vale um destaque para quem vive no interior paulista, como em São Carlos: São Paulo é o maior produtor e o maior mercado de etanol do país, o que costuma manter o combustível com preços competitivos por aqui. Ainda assim, isso não é garantia automática de vantagem. No início de 2026, mesmo com o preço médio do etanol estável no estado, a relação com a gasolina ficou acima do limite favorável em boa parte do período — sinal de que, mesmo em regiões produtoras, fazer a conta antes de abastecer continua sendo essencial. O preço muda de semana para semana e de posto para posto, então o hábito de calcular nunca deve ser abandonado. Um detalhe que dá liberdade: misturar pode Muita gente tem

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