são-carlenses buscam alternativas que unam bom custo-benefício e eficiência no combustível.

Mercado de seminovos em São Carlos: alta na procura por carros econômicos movimenta garagens da cidade

O mercado automotivo em São Carlos vem registrando uma movimentação intensa nas últimas semanas, especialmente no setor de veículos seminovos e usados. Com o constante reajuste nos preços dos modelos zero quilômetro nas concessionárias, os motoristas são-carlenses estão mudando a estratégia e focando em oportunidades que ofereçam economia tanto no momento da compra quanto no dia a dia no posto de combustível.

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Mapa-múndi tecnológico com destaque para data centers no Brasil, Estados Unidos e Europa conectados por linhas luminosas Infraestrutura cloud Tier III distribuída em três continentes — Brasil, EUA e Europa

NivusCloud expande presença com data centers Tier III no Brasil, nos Estados Unidos e na Europa e mira nichos de WordPress, VPS e n8n

Com mais de uma década de operação, empresa brasileira combina infraestrutura nacional com presença internacional, tecnologia LiteSpeed e suporte humano para atender pequenas empresas, agências e profissionais que precisam de
servidores estáveis e baixa latência tanto para público local quanto global.

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Registro de marcas e patentes

Marcas e patentes: por que registrar virou questão de sobrevivência para quem empreende em São Carlos

Brasil bateu recorde de quase 505 mil pedidos de marca em 2025 e, em uma cidade onde universidades e startups produzem tecnologia o ano inteiro, ignorar a propriedade intelectual deixou de ser opção. NEGÓCIOS  |  São Carlos, SP Quando um pequeno empreendedor de São Carlos escolhe o nome do seu negócio, desenha um logotipo e começa a vender, ele acredita que aquela identidade é dele. Na prática, no Brasil, não é. A marca só pertence de fato a quem registra primeiro no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) — e a corrida por essa proteção nunca foi tão intensa quanto agora. Em 2025, o INPI recebeu cerca de 505 mil pedidos de registro de marca, o maior volume da história do sistema brasileiro de propriedade industrial. O crescimento foi puxado, principalmente, por microempreendedores individuais e pequenas empresas, segundo análises do próprio instituto. O recado é claro: registrar a marca deixou de ser um luxo de grande corporação para virar requisito básico de quem quer durar no mercado. Em São Carlos, esse cenário tem um peso adicional. A cidade abriga campi da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), dois centros que despejam ciência aplicada, software e novos produtos em ritmo permanente. Cada protótipo desenvolvido em laboratório, cada startup que sai da incubadora, cada nova padaria de bairro com um nome bem pensado pode, sem proteção formal, ser copiada e perdida em uma decisão administrativa. O que exatamente um registro protege A propriedade industrial no Brasil é regida pela Lei 9.279/1996 e administrada pelo INPI. Dentro desse guarda-chuva, três figuras costumam aparecer no dia a dia de quem empreende: Há ainda o desenho industrial, que protege a forma estética de um produto, e o registro de software, feito também pelo INPI. Para a maioria dos negócios locais — comércio, serviços, agências, restaurantes, escolas, clínicas — o que importa, no curto prazo, é a marca. Para quem está no ambiente de tecnologia da cidade, costuma ser uma combinação de marca, patente e software. O custo de não registrar: três cenários reais Não registrar uma marca não significa apenas “ficar sem o papel”. Significa ficar exposto. A regra brasileira é simples e dura: prevalece quem registra primeiro, não quem usou primeiro. Isso abre três tipos de situação que escritórios de propriedade intelectual veem se repetir com frequência. 1. Um concorrente registra antes O comerciante usa o nome por anos, constrói reputação, atrai clientes — e descobre, do dia para a noite, que outra empresa registrou aquele nome no INPI. A partir desse momento, ele pode ser notificado a parar de usar, retirar fachada, recolher embalagens, mudar o domínio e o perfil em redes sociais. Todo o reconhecimento construído vira ativo de outra pessoa. 2. Disputa em marketplace e redes sociais Plataformas como Mercado Livre, Shopee, Amazon, Instagram e TikTok respondem a denúncias de violação de marca de forma quase automatizada. Quem tem o registro derruba anúncio, perfil ou loja de quem não tem, sem grande margem para discussão. Para um negócio que vende online em São Carlos e região, ficar sem o registro é ficar sem seguro contra esse tipo de ataque, que muitas vezes parte do próprio concorrente direto. 3. Bloqueio em rodadas de investimento Startups que buscam capital — uma realidade frequente entre os egressos das incubadoras locais — passam por due diligence. Investidores anjo, fundos e programas como o Centelha checam, entre outras coisas, se a marca está registrada e se as tecnologias relevantes têm proteção. Marca sem registro e código sem proteção formal viram desconto no valuation, ou simplesmente derrubam o negócio. “A marca só pertence, juridicamente, a quem registra primeiro. Quem apenas usa, por mais tempo que use, está em posição frágil.” — síntese da regra prevista na Lei da Propriedade Industrial (Lei 9.279/1996). O que mudou em 2026: fila menor, exigência maior O INPI vem implementando, ao longo de 2026, um plano de modernização baseado em inteligência artificial para acelerar a análise de marcas e desenhos industriais. A meta divulgada pelo órgão é reduzir o tempo médio de exame técnico de pedidos de marca sem oposição, que em 2025 foi de cerca de 18,5 meses, para algo próximo de um ano até o fim deste ciclo. Em patentes, o cenário é menos otimista. O tempo médio de decisão técnica, contado do depósito, ainda gira em torno de 3,5 a 4 anos. Isso significa que quem desenvolve tecnologia em São Carlos — e isso inclui boa parte das spin-offs acadêmicas — precisa pensar na proteção como uma corrida de longo prazo, começando pelo depósito o quanto antes para travar a data de prioridade. Outro número merece atenção. Levantamentos sobre o sistema brasileiro mostram que cerca de uma em cada quatro marcas analisadas pelo INPI é indeferida no exame de mérito. Os motivos mais comuns são previsíveis: escolha equivocada da classe de atividade, semelhança com marcas já registradas, uso de termos genéricos ou descritivos demais. Quase sempre são erros que poderiam ter sido evitados em uma busca de anterioridade bem feita antes do depósito. Quanto custa, na prática, registrar uma marca O custo do registro de marca no INPI é menor do que muito empreendedor imagina, e a legislação oferece desconto de 50% para microempreendedores individuais (MEI), microempresas (ME), empresas de pequeno porte (EPP) e pessoas físicas. Há ainda isenção total para pessoas físicas hipossuficientes cadastradas no CadÚnico. O valor da taxa cobre o pedido, o certificado e os dez primeiros anos de vigência. O que costuma encarecer o processo é a contratação de um profissional especializado — agente da propriedade industrial ou advogado — para fazer a busca de anterioridade, escolher a classe correta de atividade (a chamada Classificação de Nice), redigir o pedido e acompanhar exigências e oposições. Em uma análise de custo-benefício, esse acompanhamento costuma ser barato perto do risco de ter o pedido negado e perder a taxa, sem reembolso. Para patentes, a conta é diferente. Além das taxas do INPI, entra o custo de redação técnica do

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UFSCar tem 23 pesquisadores entre os melhores do mundo em ranking internacional

Universidade aparece em 12º lugar no Brasil na edição 2026 do Research.com, com destaque para as áreas de Ciência de Materiais e Química. CIÊNCIA & EDUCAÇÃO  |  São Carlos, SP A Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) tem 23 pesquisadores entre os melhores cientistas do mundo, segundo a quinta edição do ranking Research.com, divulgada em 2026. A instituição ocupa a 12ª colocação nacional, com cientistas reconhecidos em cinco áreas do conhecimento: Biologia e Bioquímica, Ciência de Materiais, Ecologia e Evolução, Engenharia e Tecnologia e Química. Considerando pesquisadores citados em mais de uma área, a UFSCar soma 26 classificações no levantamento. Ciência de Materiais e Química concentram o maior número de nomes da Universidade na lista. Como o ranking é construído O Research.com baseia sua classificação em dados bibliométricos consolidados de plataformas internacionais como OpenAlex e CrossRef. A metodologia utiliza o índice H, indicador que mede simultaneamente o impacto e a produtividade científica de um pesquisador, a partir do volume de publicações e do número de citações acadêmicas recebidas. Em cada área do conhecimento, são selecionados pesquisadores com índices elevados, cujos valores mínimos variam entre 30 e 70, conforme a área de atuação. Na edição de 2026, o Brasil teve 82 instituições classificadas com ao menos um pesquisador atendendo aos critérios mínimos estabelecidos. “Destaque nacional e projeção internacional” Para Pedro Fadini, Pró-Reitor de Pesquisa da UFSCar, o resultado reflete o peso da Universidade no cenário nacional da ciência e o esforço coletivo da comunidade acadêmica. “Estes cientistas da UFSCar, com destaque nacional e projeção internacional, alcançaram a métrica para inclusão na classificação, merecendo a parabenização por parte de toda a comunidade. Tal posição demonstra a importância da UFSCar no cenário nacional da produção de ciência, o que melhora o desenvolvimento do país em suas mais diferentes áreas do conhecimento.” — Pedro Fadini, Pró-Reitor de Pesquisa da UFSCar Segundo Fadini, a conquista é fruto também das condições de trabalho construídas dentro da Universidade. “Muitas das condições adequadas de trabalho são propiciadas pela adequada gestão universitária, colaborações com colegas docentes e técnico-administrativos, discentes de graduação e pós-graduação, pesquisadores de pós-doutorado e terceirizados, que, atuando de forma sinérgica, propiciam estes excelentes resultados.” — Pedro Fadini, Pró-Reitor de Pesquisa da UFSCar Os pesquisadores da UFSCar no ranking Confira abaixo as áreas e os pesquisadores da UFSCar citados, com suas respectivas colocações no ranking nacional geral de cada área. Biologia e Bioquímica 89 — Orlando Moreira Filho (Departamento de Genética e Evolução – DGE) 104 — Pedro Manoel Galetti (DGE) Ciência de Materiais 5 — Edson R. Leite (Departamento de Química – DQ) 13 — Edgar D. Zanotto (Departamento de Engenharia de Materiais – DEMa) 28 — Paulo S. Pizani (Departamento de Física – DF) 35 — Romeu C. Rocha-Filho (DQ) 38 — Bruno C. Janegitz (Departamento de Ciências da Natureza, Matemática e Educação – DCNME-Ar) 40 — Victor C. Pandolfelli (DEMa) 61 — Claudemiro Bolfarini (DEMa) 63 — José E. Spinelli (DEMa) 64 — Ernesto C. Pereira (DQ) Ecologia e Evolução 122 — Odete Rocha (Departamento de Ecologia e Biologia Evolutiva – DEBE) 127 — Hugo Sarmento (Departamento de Hidrobiologia – DHb) 143 — Miguel Petrere (Programa de Pós-Graduação em Planejamento e Uso de Recursos Renováveis – PPGPUR) 147 — Marco Antônio Batalha (Departamento de Botânica – DB) Engenharia e Tecnologia 13 — Reinaldo Morabito (Departamento de Engenharia de Produção – DEP) 21 — Walter José Botta (DEMa) 28 — José Mansur Assaf, in memoriam (Departamento de Engenharia Química – DEQ) Química 1 — Elson Longo (DQ) 18 — Orlando Fatibello (DQ) 52 — Joaquim A. Nóbrega (DQ) 69 — Paulo S. Pizani (DF) 79 — Romeu C. Rocha-Filho (DQ) 80 — Bruno C. Janegitz (DCNME-Ar) 118 — Márcio W. Paixão (DQ) 148 — Alzir A. Batista (DQ) Saiba mais Os dados detalhados sobre a classificação da UFSCar estão disponíveis no portal Research.com, em research.com/university//federal-university-of-sao-carlos. A nota oficial da Universidade pode ser consultada em ufscar.br. Fonte:https://www.ufscar.br/noticia?codigo=17027&id=pesquisadores-da-ufscar-estao-entre-os-melhores-cientistas-do-mundo

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Santo Fole traz novo show “Deus que Ajude” para São Carlos no dia 26 de maio

e você é fã de uma boa risada e não perde um conteúdo viral nas redes sociais, já pode marcar na agenda: o fenômeno Santo Fole chega a São Carlos no dia 26 de maio de 2026, às 20h, para apresentar o seu novo e aguardado espetáculo de humor e música, “Deus que Ajude”.

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Mercado de moradia em São Carlos: grandes empreendimentos e a força da demanda universitária

Novos condomínios mudam a paisagem da cidade enquanto milhares de estudantes sustentam um dos mercados de aluguel mais resilientes do interior paulista. Entenda como esses dois mundos se conectam. Poucas cidades do interior de São Paulo têm um mercado de moradia tão particular quanto São Carlos. De um lado, novos empreendimentos imobiliários vêm redesenhando bairros inteiros. De outro, uma população universitária que se renova a cada ano sustenta uma demanda por aluguel que raramente esfria. Os dois movimentos estão mais conectados do que parecem — e entender essa relação ajuda quem quer comprar, alugar ou investir na cidade. Um mercado em dois ritmos O mercado imobiliário brasileiro vem operando, em 2026, em dois ritmos distintos. O segmento popular, impulsionado pelo programa Minha Casa Minha Vida, segue aquecido, sustentado por uma demanda por moradia ainda não atendida. Já o segmento de médio e alto padrão sente mais o peso dos juros elevados e do custo de construção em alta, com lançamentos mais cautelosos. Em São Carlos, esse cenário se traduz em uma oferta variada. Os anúncios da cidade reúnem desde apartamentos compactos e empreendimentos dentro do Minha Casa Minha Vida até condomínios de maior padrão, muitos deles em bairros como o Parque Faber. A pesquisa do setor imobiliário local indica um mercado de vendas em bom momento, com destaque para os apartamentos de dois dormitórios, os mais procurados na cidade. Grandes empreendimentos redesenham a cidade A paisagem urbana de São Carlos vem mudando. Novos condomínios, residenciais com infraestrutura de lazer completa e empreendimentos com conceito de “living resort” aparecem no portfólio das incorporadoras e imobiliárias locais. Há projetos voltados a famílias, com apartamentos de dois e três dormitórios e varanda, e também empreendimentos do Minha Casa Minha Vida que ampliam o acesso à casa própria. Esse movimento acompanha uma tendência observada no setor: a aposta em produtos que combinam diferentes perfis para diluir risco — unidades compactas ao lado de opções de maior padrão. Em uma cidade com forte presença de estudantes e profissionais qualificados, os apartamentos menores ganham relevância especial, como veremos a seguir. A demanda universitária que move o aluguel Aqui está o traço mais característico do mercado são-carlense. A cidade abriga a USP, a UFSCar, o IFSP, a Fatec e faculdades particulares — um conjunto que atrai milhares de estudantes de outras cidades e estados todos os anos. Esse fluxo constante torna o mercado de locação especialmente resiliente. Não é por acaso que análises do setor imobiliário apontam cidades com polos educacionais fortes — São Carlos entre elas — como mercados de demanda alta e estável por aluguel, com boa ocupação nos imóveis próximos aos campi. Para o proprietário, isso significa previsibilidade; para o investidor, um ativo com vacância baixa. Essa demanda se distribui de forma característica pela cidade. Bairros como Cidade Jardim e Jardim Nova Santa Paula, situados entre os dois campi públicos, concentram grande número de repúblicas e oferecem boa infraestrutura. Já o Jardim Lutfalla atrai principalmente estudantes da USP, por ficar a poucos passos de uma das portarias e perto da rodoviária — uma vantagem para quem volta à cidade de origem nos fins de semana. As formas de morar do estudante Quem chega para estudar em São Carlos encontra um leque de opções de moradia, cada uma com um perfil: As universidades públicas oferecem um apoio relevante nesse aspecto. A UFSCar mantém alojamentos no campus, com apartamentos equipados, e também uma modalidade de auxílio-moradia em dinheiro para estudantes elegíveis. A USP tem estrutura semelhante de moradia estudantil. O acesso a esses benefícios depende de processo seletivo e de comprovação de renda, dentro dos programas de assistência estudantil de cada instituição. Por que isso importa para a cidade A presença universitária não movimenta apenas o aluguel. Os estudantes aquecem o comércio, os serviços e o próprio setor da construção, e atraem empresas interessadas em mão de obra qualificada. Esse ciclo ajuda a explicar por que as incorporadoras seguem investindo em São Carlos, mesmo em um cenário nacional de juros altos. O resultado é um mercado de moradia com duas faces que se complementam: os grandes empreendimentos ampliam e renovam a oferta de imóveis, enquanto a demanda estudantil garante a vitalidade do aluguel. Para quem pensa em morar ou investir na cidade, a recomendação é observar essas duas dinâmicas em conjunto — e, em qualquer decisão imobiliária, considerar localização, custo total e o perfil de uso do imóvel. Conteúdo do portal Notícias de São Carlos, elaborado com base em dados e análises do mercado imobiliário local e nacional. Valores, condições de financiamento e regras dos programas de moradia estudantil podem sofrer alterações; recomenda-se confirmar as informações com imobiliárias e com as universidades antes de qualquer decisão. Este texto tem caráter informativo e não constitui recomendação de investimento.

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O que visitar em São Carlos: roteiro de turismo tecnológico com datas e dicas práticas

São Carlos surpreende quem chega esperando uma cidade do interior comum. Em poucos quilômetros quadrados, o visitante encontra um observatório astronômico aberto ao público, museus de ciência interativos, o parque tecnológico mais antigo do Brasil e um hub de inovação que recebe empresas como iFood e Deloitte. Tudo isso, na maioria das vezes, de graça. Este roteiro foi montado para quem quer transformar uma viagem a São Carlos em uma experiência de imersão em ciência e inovação, com endereços, horários, dicas práticas e o calendário dos principais eventos do ano. Os pontos do roteiro 1. Observatório Astronômico Dietrich Schiel, entrada gratuita Instalado na Área 1 do campus USP, o Observatório promove sessões de observação do céu noturno abertas ao público desde 1986. A experiência combina palestra introdutória com observação prática nos telescópios — planetas, nebulosas, aglomerados estelares, dependendo da programação do mês. Além das sessões noturnas, o Domingo Solar acontece no último domingo de cada mês das 10h às 12h, com observação segura do Sol por telescópios especiais — ótimo para famílias com crianças. 2. CDCC — Centro de Divulgação Científica e Cultural da USP A casa-mãe do Observatório fica no centro de São Carlos, em um casarão histórico de 1908 tombado como patrimônio cultural. O espaço reúne exposições interativas de física, química e biologia, o Jardim da Percepção com experimentos ao ar livre, cineclube aos sábados e exposições itinerantes. As visitas guiadas por monitores atendem grupos de até 10 pessoas. Grupos escolares precisam agendar com antecedência. 3. Museu da Ciência Prof. Mario Tolentino — entrada gratuita Localizado na Praça Cel. Sales, no centro de São Carlos, o Museu foi montado pela Prefeitura com recursos federais e municipais. Reúne 129 experimentos de física divididos em ótica, espelhos, fluidos, mecânica, som, geração de energia e eletromagnetismo — com forte apelo para o público infantil e escolar. Tem auditório de 56 lugares, sala de aula e área para exposições temporárias. 4. ParqTec — Parque Tecnológico de São Carlos Fundado em 1984 pelo CNPq, o ParqTec é o parque tecnológico mais antigo do Brasil e a primeira incubadora de empresas da América Latina. Em mais de quatro décadas, já apoiou mais de 250 startups. Não funciona como museu de portas abertas — é um ambiente corporativo ativo. Mas é possível agendar visitas técnicas para grupos vinculados a instituições de ensino ou associações empresariais. Eventos abertos ao público acontecem ao longo do ano. 5. Onovolab — hub de inovação no centro da cidade Para sentir o pulso atual do ecossistema são-carlense, o Onovolab é parada obrigatória. O hub oferece coworking, eventos e formação para empreendedores, e realiza anualmente o Onovolab Festival — em fevereiro — que transforma a cidade durante uma semana em palco de debates sobre IA, sustentabilidade e futuro do trabalho. As palestras são abertas ao público mediante inscrição. 6. Campi da USP e da UFSCar O campus da UFSCar tem 645 hectares de extensão e é um dos mais arborizados do estado, com lagos, áreas de mata preservada e ciclovia — funciona quase como um parque urbano. O campus da USP concentra laboratórios, o CDCC e o Observatório. Vale programar a visita em períodos de eventos abertos: Semana da Engenharia da USP, jornadas de portas abertas da UFSCar e mostras dos grupos de pesquisa. 7. Embrapa — tecnologia de ponta no campo São Carlos abriga duas unidades da Embrapa. A Embrapa Pecuária Sudeste recebe visitas técnicas mediante agendamento, especialmente vinculadas à Semana Nacional de Ciência e Tecnologia em outubro. A Embrapa Instrumentação, no centro da cidade, é especializada em sensores e equipamentos para o agronegócio. Calendário de eventos tecnológicos em São Carlos Para maximizar a viagem, alguns eventos transformam a cidade em vitrine nacional de inovação: Evento Mês Onovolab Festival Fevereiro Startup Day Março Festival de Inverno UFSCar Julho Semana Nacional de Ciência e Tecnologia Outubro São Carlos Experience (SCX) Datas variáveis Acompanhe o calendário atualizado aqui no Notícias de São Carlos. Dicas práticas para o visitante FAQ — Perguntas frequentes sobre turismo tecnológico em São Carlos Os pontos do roteiro são gratuitos? A maioria sim. CDCC, Observatório, Museu da Ciência e campi universitários têm entrada gratuita. O ParqTec e as unidades da Embrapa exigem agendamento para visitas técnicas, mas também são gratuitos. Precisa agendar as visitas com antecedência? Para o Observatório, as vagas são limitadas — acompanhe o site do CDCC. Para grupos escolares no CDCC e no Museu da Ciência, agendamento obrigatório. Para ParqTec e Embrapa, agendamento prévio sempre necessário. É possível fazer o roteiro em um só dia? CDCC, Observatório e Museu da Ciência podem ser combinados em um sábado. Para um roteiro mais completo com campi e Onovolab, recomenda-se dois dias. O roteiro é adequado para crianças? Sim. O Museu da Ciência e o CDCC têm forte apelo infantil, com experimentos interativos e acessibilidade. O Domingo Solar no Observatório também é ótimo para crianças.

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Infográfico moderno de tecnologia com formato de dashboard retangular (1000x868). O fundo combina tons escuros de Azul Petróleo com divisórias em Prata e detalhes luminosos em Verde Neon. Intitulado "GADGETS 2026: TECNOLOGIA DE CONSUMO", o painel exibe seis blocos conceituais com ilustrações vetoriais e esquemas de hardware: IA Local (On-Device AI), Smartphones de Dobra Tripla, Anéis Inteligentes, Óculos de Realidade Aumentada (AR), Wearables de Saúde Preventiva e Casa Conectada. O rodapé traz um checklist de compra consciente em português.

Gadgets 2026: as tendências em tecnologia de consumo que vão marcar o ano

De anéis inteligentes a smartphones dobráveis, a tecnologia de 2026 caminha para se tornar quase invisível — integrada ao corpo, à casa e à rotina, sem depender só da tela do celular. Os grandes eventos de tecnologia que abriram o ano — como a CES, em Las Vegas, e o MWC, em Barcelona — deixaram uma direção clara para 2026: a tecnologia de consumo está saindo do hype das especificações e se tornando mais discreta e funcional. Em vez de apenas telas e comandos manuais, surgem dispositivos que entendem gestos, leem sinais do corpo e agem nos bastidores. A ideia é que o aparelho desapareça dos nossos problemas, não da nossa rotina. Reunimos as principais tendências em gadgets e tecnologia de consumo que devem definir o ano e chegar, aos poucos, ao dia a dia dos brasileiros. 1. Inteligência artificial direto no aparelho A grande virada de 2026 é a IA processada localmente — ou seja, dentro do próprio dispositivo, sem precisar enviar dados para a nuvem. Smartphones, smartwatches e óculos passam a executar tarefas de inteligência artificial no próprio hardware, o que torna tudo mais rápido e mais privado. Os assistentes virtuais evoluem para interações mais naturais, capazes de antecipar necessidades, organizar tarefas e oferecer recomendações com base no comportamento do usuário. 2. Smartphones dobráveis (e até de dobra tripla) Os celulares dobráveis deixaram de ser novidade para virar realidade consolidada. Em 2026, as telas flexíveis ficam mais robustas, e começam a aparecer formatos de dobra tripla, que ampliam ainda mais a área de tela. A própria Samsung Display mostrou um painel OLED praticamente sem a marca de dobra. O destaque do ano, porém, é a expectativa em torno do primeiro smartphone dobrável da Apple, previsto para setembro. 3. Anéis inteligentes: o gadget que cabe no dedo Entre os formatos novos, os anéis inteligentes (smart rings) ganham espaço como alternativa discreta aos smartwatches. Pequenos e leves, esses dispositivos monitoram indicadores de saúde, acompanham a qualidade do sono e, em alguns modelos, permitem controlar funções da casa conectada com gestos simples. Fazem parte de um movimento maior: reduzir a dependência da tela do smartphone. 4. Óculos inteligentes e realidade aumentada Os óculos inteligentes amadureceram. A combinação de telas mais densas, chips de baixa latência e IA contextual tirou desses dispositivos a sensação de protótipo. A nova geração vai além das notificações básicas: oferece assistência contextual ao vivo e leitura de informações do ambiente, projetando dados diretamente no campo de visão. Junto dos dobráveis, eles aparecem como alternativas ao formato tradicional do celular. 5. Wearables e tecnologia voltada à saúde O monitoramento pessoal de saúde é uma das tendências mais fortes do ano. Os wearables ficam mais precisos, capazes de medir pressão arterial, qualidade do sono, sinais de estresse e outros indicadores. Surgem também dispositivos mais ousados, como patches de pele com sensores e balanças inteligentes que rastreiam dezenas de biomarcadores. O foco muda: a tecnologia passa a prevenir problemas, e não apenas reagir a eles. 6. A casa cada vez mais conectada A automação residencial avança em direção ao “invisível”. Sensores captam dados, o software aprende os hábitos da casa e ajusta a experiência sem exigir configuração constante. Os eventos do início do ano mostraram robôs aspiradores que sobem escadas, soluções para eliminar cabos (carregamento e transmissão sem fio) e até notebooks com telas que se enrolam. Gadgets para pets, como câmeras de monitoramento e alimentadores automáticos, também ganham espaço. O que observar antes de comprar Com tantos lançamentos, vale um olhar crítico. Os especialistas alertam que, em 2026, o aparelho isolado importa menos do que o sistema completo — hardware, software e serviços. Antes de seguir uma tendência, o consumidor deve avaliar a utilidade real no dia a dia, a confiabilidade, o custo total (incluindo assinaturas) e o suporte disponível no Brasil. Há ainda um ponto sensível: quanto mais sensores e câmeras, maior a coleta de dados pessoais. A recomendação é dar preferência a marcas com políticas de privacidade claras, criptografia e opções de controle sobre as próprias informações. A tecnologia de 2026 promete ser mais integrada e inteligente — mas a escolha consciente continua sendo do usuário. Conteúdo do portal Notícias de São Carlos, elaborado com base em coberturas dos principais eventos e tendências de tecnologia de consumo para 2026. Disponibilidade, preços e datas de lançamento podem variar conforme o mercado e a região.

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Infográfico corporativo e técnico em formato panorâmico (1000x868) com fundo cinza-azulável claro e divisórias escuras. Intitulado "Guia Completo: Como Evitar Bloqueios no WhatsApp Business", o painel utiliza doze blocos ilustrados com ícones vetoriais, fluxogramas e telas de smartphones para explicar regras de engajamento, aquecimento de chips, controle de disparos e monitoramento de saúde do número pela Meta.

Como Evitar Bloqueios no WhatsApp: Guia Prático para Empresas

Foto: Imagem Ilustrativa. Enviar mensagens pelo WhatsApp virou parte da rotina de qualquer empresa que quer estar perto do cliente. Mas junto com o alcance veio um problema que tira o sono de muitos empreendedores: o bloqueio do número. Perder um número significa perder contatos, conversas e, muitas vezes, vendas em andamento. A boa notícia é que o bloqueio quase nunca é aleatório, ele segue uma lógica. Entender essa lógica é o que separa quem usa o WhatsApp por anos sem problemas de quem troca de número todo mês. Vale dizer desde o começo: não existe método com zero risco. O que existe são práticas que reduzem muito esse risco. Quem promete “envio sem nenhum bloqueio” está vendendo ilusão. O caminho real é diminuir as chances ao máximo, e é isso que este guia mostra. O que realmente derruba um número Antes das dicas, é importante entender o principal: o WhatsApp se preocupa muito menos com o que você escreve e muito mais com a forma como as pessoas reagem ao que você escreve. O fator número um que derruba contas é a denúncia dos destinatários. Quando muita gente marca suas mensagens como spam ou bloqueia seu contato, a plataforma entende que você está incomodando e age. Ou seja, quase tudo neste guia gira em torno de uma única ideia simples: fale apenas com quem quer falar com você. Cuide da sua base de contatos Envie mensagens apenas para pessoas que já têm algum vínculo com a sua empresa: quem comprou, pediu orçamento, deixou o contato num formulário ou autorizou de alguma forma. Comprar listas prontas ou disparar para números aleatórios é o caminho mais rápido para o bloqueio, porque você estará falando com gente que nunca ouviu falar de você — e que vai denunciar. Sempre ofereça uma saída fácil. Uma frase como “se não quiser mais receber, responda SAIR” faz diferença. E quando alguém pedir para sair, respeite. Continuar enviando para quem já recusou é praticamente garantia de denúncia. Aqueça números novos com calma Um número recém-criado que dispara centenas de mensagens no primeiro dia chama atenção na hora. O WhatsApp interpreta esse comportamento como típico de spam. O certo é aquecer o número aos poucos. Nos primeiros dias, troque mensagens com poucos contatos, responda conversas, receba mensagens. Aumente o volume gradualmente ao longo de uma a duas semanas. Um número que cresce de forma natural transmite o comportamento de uma empresa real, não de um robô de disparo. Varie o conteúdo das mensagens Enviar exatamente o mesmo texto, palavra por palavra, para centenas de pessoas é um padrão clássico de spam. Sempre que possível, varie pequenas partes da mensagem: a saudação, a ordem das frases, alguns termos. Cuide também da forma. Use poucos emojis e evite blocos repetidos como vários ícones de alerta seguidos. Prefira links do seu próprio domínio em vez de encurtadores genéricos. Evite exagerar em letras maiúsculas e em promessas chamativas demais. Mensagens que parecem propaganda agressiva geram mais rejeição do que mensagens com tom de atendimento. Controle o ritmo dos disparos Não envie tudo de uma vez. Coloque intervalos entre uma mensagem e outra e distribua os envios ao longo do dia. Evite horários inconvenientes, como a madrugada. Se você tem um volume grande, considere dividir entre mais de um número, sem sobrecarregar nenhum deles. Um ritmo humano e espaçado é muito mais seguro do que rajadas de mensagens. Use a API oficial do WhatsApp Business Sempre que possível, opte pela API oficial (Cloud API) do WhatsApp Business. Nela, as mensagens que você inicia precisam ser modelos (templates) aprovados pela Meta antes do envio: o que, na prática, dá mais segurança e previsibilidade. Vale lembrar que a utilização dessa infraestrutura profissional passou por mudanças recentes na política da Meta, conforme detalhamos em nossa cobertura sobre a nova cobrança por respostas de empresas no WhatsApp. Soluções não oficiais até funcionam, mas operam fora das regras da plataforma e carregam um risco bem maior. Independentemente da ferramenta, mantenha o perfil completo e profissional: nome da empresa, foto, descrição e horário de atendimento. Um perfil bem montado transmite legitimidade. Transforme disparos em conversas Quando um cliente responde à sua mensagem, abre-se a chamada “janela de 24 horas”, em que você pode conversar livremente com ele. Aproveite esse momento: responda rápido e mantenha o diálogo. Receber respostas e ter conversas de mão dupla melhora a reputação do número. Por outro lado, só disparar e nunca receber resposta é um sinal negativo. O WhatsApp foi feito para conversas quanto mais o seu uso se parecer com isso, melhor. Monitore a saúde do número Na API oficial, a Meta mostra um indicador de qualidade do número, normalmente em três níveis: verde, amarelo e vermelho. Acompanhe esse indicador de perto. Se ele cair para o amarelo, reduza imediatamente o volume de envios e revise a sua base de contatos. Não espere chegar ao vermelho para agir nesse ponto, as restrições já estão acontecendo. Infraestrutura e conformidade com as regras da Meta Seguir as boas práticas de aquecimento, variação de conteúdo e ritmo de disparos ajuda a proteger a operação, mas o fator decisivo para a segurança em larga escala é a escolha da infraestrutura técnica. Empresas que atingem um volume comercial expressivo e precisam de estabilidade costumam migrar das soluções amadoras para sistemas integrados à API Oficial da Meta (Cloud API), ambiente onde as regras de conformidade são validadas de forma transparente, eliminando os riscos de ferramentas piratas. No mercado regional, a plataforma desenvolvida pela Azallon atua justamente nessa camada oficial. Com o sistema Azallon Dispara PRO, os negócios de São Carlos e região conseguem gerenciar múltiplos atendentes, centralizar o histórico em CRM e rodar automações de atendimento em total conformidade com as diretrizes do WhatsApp, unindo a segurança contra bloqueios à eficiência operacional exigida pelo mercado atual. Conclusão Evitar bloqueios no WhatsApp não depende de truques secretos, e sim de uma postura consistente. Resumindo tudo em uma frase: trate cada mensagem como uma conversa com alguém que espera

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