Infográfico de moda em formato editorial (1000x868) com fundo bege claro e detalhes em tom vinho-bordô. Dividido em duas colunas de blocos ilustrados, apresenta as macrotendências do Inverno 2026, incluindo amostras de tecidos, paleta de cores (vinho, cereja, terrosos), modelos com casacos teddy e blazers oversized, além de seções sobre sobreposições e acessórios.

Moda inverno 2026: as tendências que vão dominar a estação

Texturas exuberantes, alfaiataria repaginada e o volume dos anos 80 marcam a temporada mais fria do ano. E o recado das passarelas é claro: a moda quer que você seja você. Com a chegada dos dias mais frios — o inverno começa oficialmente no Brasil em 20 de junho —, o guarda-roupa entra em modo de renovação. E a moda inverno 2026 chega com uma proposta bem definida: depois de anos de looks “certinhos” e feeds parecidos, a temporada aposta em atitude, volume e, acima de tudo, personalidade. O minimalismo discreto deu lugar a um inverno que mistura referências, texturas e décadas sem pedir licença. Reunimos as principais tendências que apareceram nas passarelas internacionais e nos eventos de moda brasileiros e que devem dominar as vitrines e o street style nos próximos meses. Texturas viram protagonistas Se há uma palavra que resume o inverno 2026, é textura. A estação foi descrita como um verdadeiro banquete tátil: veludo, couro, cetim, jacquard, tricô, crochê e tweed dividem espaço, cada um trazendo uma leitura diferente para os dias frios. As superfícies felpudas são o grande destaque — casacos inteiros cobertos por lã ou pelúcia, no estilo dos teddy coats, criam volumes generosos e uma presença marcante. Nessa linha, o casaco de pele sintética volta com força. Peça que já foi febre nos anos 1970 e na virada dos anos 2000, ele retorna em versões mais macias e sofisticadas, unindo o calor de um bom agasalho a um ar elegante que transforma qualquer produção. Alfaiataria repaginada e o volume dos anos 80 A alfaiataria continua em alta, mas com uma leitura nova. De um lado, blazers e ternos ganham um toque mais sensual, com decotes e proporções alongadas. De outro, a grande aposta é o volume: jaquetas e blazers oversized marcam a volta dos anos 80 às ruas, com ombros estruturados e modelagens amplas. A calça social acompanha o movimento e abandona o corte justo — conforto e elegância passam a andar juntos. Xadrez: o clássico que se renova Nenhuma estação de inverno passa sem o xadrez, e em 2026 ele aparece em várias escalas e padronagens. Vai da camisa de flanela com pegada grunge a versões mais femininas, como minissaias, até peças de office look, como blazers. Versátil, funciona tanto em produções casuais quanto nas mais arrumadas — um curinga garantido no guarda-roupa da temporada. A cartela de cores: vinho, terrosos e neutros As cores da estação puxam para a sofisticação. Tons de vinho, como o bordô e o vermelho cereja, aparecem em jaquetas, saias e bolsas, trazendo profundidade e elegância para os looks de frio. Ao lado deles, os tons terrosos e as sobreposições em cores neutras dominam as paletas mais discretas, garantindo combinações fáceis e atemporais. Botas e camurça nos pés (e nas bolsas) Nos calçados, as botas de cano alto são protagonistas absolutas. A camurça é o material da vez: aparece com força nos calçados e também nas bolsas, especialmente nos modelos oversized. O couro segue como aposta certeira, e os formatos de bolsa variam entre as estruturadas clássicas e as alongadas, no estilo baguete, que trazem um toque contemporâneo. O toque esportivo e o jogo de camadas O athleisure — aquela mistura de esportivo com casual — continua firme na temporada, indo do utilitário ao sofisticado. E uma técnica de styling ganha destaque: o jogo de camadas. Em vez de simplificar, a moda agora empilha — vestidos sobre saias, casacos sobrepostos, tricôs que deixam outras golas e barras aparecerem por baixo. Cada peça revela um fragmento da anterior, criando composições ricas em textura e proporção. Acessórios que fazem o look Os acessórios deixam de ser coadjuvantes. Os cintos largos viram peça de destaque, marcando a cintura e transformando silhuetas. Capas, xales e ponchos trazem glamour para o dia a dia, enquanto os lenços seguem como complemento versátil. Para quem gosta de ousar, as meias coloridas e estampadas surgem como uma microtendência divertida. A grande tendência: ser você mesmo Mais do que uma peça ou uma cor, a principal tendência do inverno 2026 é comportamental. Existe um cansaço coletivo de looks idênticos e da obrigação de seguir tendências à risca. A moda passa a funcionar como ferramenta de identidade, e não como performance. Isso aparece no maximalismo — em que mais é mais — e no estilo high-low, que permite combinar uma peça sofisticada com outra básica sem culpa. Em vez de uma estética única, a temporada é um mix: o volume dos anos 80, o universo preppy de brasões e bordados, o balletcore de tons pastel e a estética country, com tweed, xadrez e botas equestres. O melhor inverno é aquele em que cada um encontra a própria versão. Conteúdo do portal Notícias de São Carlos, elaborado com base em coberturas de tendências de moda nacionais e internacionais para a temporada de inverno 2026. As tendências podem variar conforme estilo pessoal, região e disponibilidade no comércio local.

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Infográfico tripartido em tons de verde-oliva, bege e azul intitulado "Direitos e Deveres do Cidadão". O painel esquerdo detalha a base da Constituição Cidadã; o painel central explica os três tipos de direitos e os deveres fundamentais (como votar e pagar tributos); o painel direito apresenta as ferramentas jurídicas para exigir direitos e a prática da cidadania local.

Direitos e deveres do cidadão: o que a Constituição garante (e cobra) de você

Direitos e deveres do cidadão: o que a Constituição garante e cobra de você A maioria das pessoas conhece bem seus direitos, mas raramente para para pensar nos deveres que sustentam essas mesmas garantias. Entenda por que um não existe sem o outro. Pergunte a qualquer pessoa sobre seus direitos e a resposta vem rápido: saúde, educação, liberdade de expressão, voto. Mas pergunte sobre os deveres de cidadão, e o silêncio costuma ser maior. Essa é justamente a parte menos lembrada da cidadania — e, paradoxalmente, a que torna todos os direitos possíveis. Ser cidadão não é apenas morar em um país. É pertencer a uma comunidade política e, por isso, usufruir de um conjunto de direitos ao mesmo tempo em que se assumem responsabilidades diante dessa mesma comunidade. Cidadania, ao contrário do que o senso comum sugere, não se resume a boa educação ou a gestos de caridade: ela é, acima de tudo, participação na vida pública. Este guia explica, de forma direta, o que a lei brasileira garante a você e o que ela espera de volta. A base de tudo: a Constituição Cidadã Os direitos e deveres do brasileiro estão definidos principalmente na Constituição Federal de 1988 — documento que ficou conhecido como “Constituição Cidadã”. O apelido não é à toa. O texto foi elaborado durante a redemocratização do país, depois de um longo período de exceção, e teve como inspiração a Declaração Universal dos Direitos Humanos, da ONU. O objetivo era claro: assegurar à população um conjunto sólido de garantias e construir uma sociedade mais justa. Vale destacar um ponto importante: a Constituição não protege apenas quem nasceu no Brasil. As garantias fundamentais valem também para os estrangeiros que residem no país, que igualmente devem cumprir as leis e respeitar as normas locais. Os três tipos de direitos do cidadão Para entender o que a cidadania garante, é útil organizar os direitos em três grandes grupos, cada um previsto em uma parte específica da Constituição. Direitos civis São as liberdades individuais, reunidas principalmente no artigo 5º da Constituição. Incluem o direito à vida, à liberdade, à igualdade perante a lei, à segurança e à propriedade. Desse grupo fazem parte garantias como a liberdade de expressão (vedado o anonimato), a liberdade de crença e de culto religioso, a igualdade entre homens e mulheres e o princípio de que ninguém é obrigado a fazer ou deixar de fazer algo a não ser por força de lei. Direitos políticos Estão ligados ao funcionamento da democracia e aparecem entre os artigos 14 e 17. Englobam o direito de votar, de ser votado, de ter o sigilo do voto respeitado e de criar e organizar partidos políticos. São esses direitos que permitem ao cidadão influenciar diretamente os rumos do país. Direitos sociais Definidos no artigo 6º, tratam das condições para uma vida digna: educação, saúde, moradia, trabalho, transporte, lazer, segurança, previdência social, assistência aos desamparados e proteção à infância e aos idosos. São direitos que dependem de políticas públicas para se tornarem realidade no dia a dia. Os deveres que sustentam os direitos Aqui está a parte que costuma passar despercebida. Os direitos não se sustentam sozinhos — eles dependem de um conjunto de deveres que mantém o Estado funcionando e a convivência em equilíbrio. Entre os principais estão: O descumprimento dessas obrigações tem consequências. Dependendo do caso, pode gerar multas, restrições de direitos, cobrança judicial ou sanções penais. E o impacto vai além do indivíduo: quando muitos deixam de cumprir seus deveres, são os serviços públicos e a confiança nas instituições que enfraquecem. Voto: direito e dever ao mesmo tempo Poucas obrigações ilustram tão bem a dupla natureza da cidadania quanto o voto. No Brasil, ele é um direito — a principal forma de participação política — e também um dever. As regras são simples: Votar é mais do que comparecer à urna: é a forma mais concreta de participar das decisões coletivas e cobrar resultados de quem foi eleito. Como o cidadão pode exigir seus direitos Conhecer os direitos é importante, mas saber como fazê-los valer é o que transforma a cidadania em prática. A própria Constituição oferece instrumentos para isso, e vários deles são gratuitos: Cidadania também se exerce em São Carlos Boa parte da cidadania acontece longe de Brasília — ela se exerce na cidade onde se vive. Em São Carlos, como em qualquer município, o cidadão pode acompanhar de perto o poder público: participar de audiências públicas da Câmara Municipal, levar demandas à Ouvidoria, acompanhar como o orçamento municipal é aplicado e integrar conselhos municipais que discutem áreas como saúde, educação e meio ambiente. Atitudes do cotidiano também fazem parte: respeitar a sinalização de trânsito, não ocupar vagas reservadas a pessoas com deficiência e idosos, descartar o lixo corretamente e cuidar dos espaços públicos. São gestos pequenos, mas que sustentam a convivência em comunidade. O custo de ter direitos Direitos e deveres formam uma relação inseparável. Os direitos protegem a liberdade e a dignidade de cada pessoa; os deveres garantem que essas garantias não se voltem contra terceiros e que o Estado tenha condições de funcionar. Quando alguém exige seus direitos, precisa também reconhecer suas responsabilidades. No fim, exercer a cidadania plena significa entender que o “custo” de ter direitos é o dever de participar ativamente da vida pública — votando com consciência, cumprindo as leis, fiscalizando os governos e respeitando o próximo. É essa troca constante que mantém a democracia de pé. Conteúdo informativo do portal Notícias de São Carlos, elaborado com base na Constituição Federal de 1988 (artigos 5º, 6º e 14 a 17) e em materiais de referência do Senado Federal. Este texto tem caráter educativo e não substitui orientação jurídica especializada.

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Infográfico moderno em tons de azul, branco e amarelo intitulado "Guia de Abastecimento: Etanol ou Gasolina em 2026". Dividido em colunas, ele apresenta de forma visual a regra dos 70%, o passo a passo para calcular o consumo personalizado do veículo, o impacto da nova mistura E32 e um resumo de tomada de decisão com ícones vetoriais.

Etanol ou gasolina em 2026: como descobrir qual compensa de verdade

Etanol ou gasolina em 2026: como descobrir qual compensa de verdade A clássica regra dos 70% ainda funciona como ponto de partida, mas deixou de ser uma resposta definitiva. Entenda o cálculo correto e pare de jogar dinheiro fora a cada parada no posto. Todo motorista de carro flex já viveu aquela cena: parado na fila do posto, olhando para as bombas, sem saber se enche o tanque com etanol ou gasolina. A decisão parece pequena, mas se repete dezenas de vezes ao ano e mexe diretamente com o orçamento de quem usa o carro no dia a dia. Em 2026, com os reajustes frequentes nos combustíveis, essa conta voltou a pesar — e a forma de fazê-la mudou. Neste guia, você vai aprender, passo a passo, como tomar essa decisão de maneira inteligente, usando dados reais do seu próprio veículo em vez de regras prontas que nem sempre se aplicam ao seu caso. Por que essa dúvida ficou mais difícil em 2026 Durante anos, a orientação foi simples: o etanol valia a pena se custasse até 70% do preço da gasolina. A lógica por trás disso é que o etanol tem menor poder calorífico — ou seja, rende menos quilômetros por litro. Em média, o etanol entrega cerca de 70% do desempenho da gasolina, e daí veio o famoso limite. O problema é que esse cenário se tornou mais complexo. Mudanças na tributação dos combustíveis, especialmente no ICMS cobrado por litro, alteraram os preços finais de forma menos previsível. Ao mesmo tempo, os motores flex evoluíram: muitos carros novos conseguem aproveitar o etanol com mais eficiência, chegando a 73%, 75% ou até um pouco mais de aproveitamento em relação à gasolina. Some a isso as grandes variações de preço entre estados e semanas do mês, e fica claro por que a regra única deixou de servir para todo mundo. A gasolina mudou: do E27 ao E32 Há um fator que muita gente desconhece: a gasolina vendida nas bombas brasileiras nunca foi gasolina pura. Ela já vem de fábrica com etanol anidro misturado — e esse percentual vem subindo. Durante muitos anos, a mistura foi de 27% de etanol (a chamada E27), e foi com base nessa gasolina que a famosa regra dos 70% se consolidou. Desde 1º de agosto de 2025, porém, esse teor passou para 30% (E30), por decisão do Conselho Nacional de Política Energética. E o governo federal pretende elevar a mistura novamente, de 30% para 32% (E32), ainda em 2026. Como o etanol rende menos quilômetros por litro do que a gasolina pura, cada aumento na mistura reduz um pouco o desempenho da gasolina de bomba — o que ajuda a explicar por que o ponto de equilíbrio entre os dois combustíveis tende a ficar um pouco acima dos clássicos 70%. A boa notícia para quem precisa fazer a conta no posto: você não precisa se preocupar com esse percentual. Quando você compara o preço das duas bombas, a mistura de etanol já está embutida no valor da gasolina. E, para os motores flex, qualquer proporção é segura — eles foram projetados exatamente para isso. O cálculo básico: a regra dos 70% como ponto de partida Mesmo não sendo absoluta, a regra dos 70% continua sendo um excelente primeiro filtro — e a conta é tão simples que você faz no celular, ainda na fila do posto. Como fazer: divida o preço do etanol pelo preço da gasolina. Exemplo prático: se a gasolina custa R$ 6,20 e o etanol custa R$ 4,20, divida 4,20 por 6,20. O resultado é 0,677 — abaixo de 0,70, então o etanol vale a pena. Agora, se o etanol estivesse R$ 4,60, a conta daria 0,742, e a vantagem passaria para a gasolina. Há ainda uma variação igualmente rápida: multiplique o preço da gasolina por 0,7. Se o etanol estiver custando aquele valor ou menos, ele é a melhor opção. São dois segundos de conta que podem render uma economia real ao longo do mês. Por que o cálculo do seu carro é mais preciso A regra dos 70% trabalha com uma média geral. Mas o seu carro não é uma média — ele tem um comportamento próprio. Motores turbo flex, por exemplo, costumam aproveitar melhor o etanol, com uma relação favorável que pode chegar a 73% ou mais. Por isso, o número mais confiável é aquele medido no seu próprio veículo. Para descobrir o limite exato do seu carro, faça o seguinte teste ao longo de duas semanas: Com esse número em mãos, você substitui o “0,70” genérico pelo valor real do seu carro e passa a tomar a decisão com precisão muito maior. Quem dirige um modelo flex mais moderno pode ter uma agradável surpresa: o etanol pode continuar vantajoso mesmo um pouco acima dos 70%. Preço não é tudo: o perfil de uso também conta A matemática financeira resolve boa parte da dúvida, mas não toda. Cada combustível tem características que vão além do valor na bomba: Ou seja: se você roda muito na estrada e valoriza fazer menos paradas, a gasolina pode compensar mesmo quando a conta aponta um empate técnico. Se a sua prioridade é desempenho urbano ou impacto ambiental, o etanol ganha pontos extras. Atenção ao cenário de São Paulo Vale um destaque para quem vive no interior paulista, como em São Carlos: São Paulo é o maior produtor e o maior mercado de etanol do país, o que costuma manter o combustível com preços competitivos por aqui. Ainda assim, isso não é garantia automática de vantagem. No início de 2026, mesmo com o preço médio do etanol estável no estado, a relação com a gasolina ficou acima do limite favorável em boa parte do período — sinal de que, mesmo em regiões produtoras, fazer a conta antes de abastecer continua sendo essencial. O preço muda de semana para semana e de posto para posto, então o hábito de calcular nunca deve ser abandonado. Um detalhe que dá liberdade: misturar pode Muita gente tem

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Encadear Summit reúne indústria de São Carlos no Dia Nacional da Indústria

Evento gratuito promovido por Sebrae, CIESP, SENAI-SP e Prefeitura acontece no dia 25 de maio e tem vagas limitadas São Carlos sediará, no próximo dia 25 de maio de 2026, segunda-feira, o Encadear Summit, um encontro estratégico voltado ao fortalecimento do setor industrial na região. A iniciativa marca o Dia Nacional da Indústria e é fruto de uma parceria entre o Sebrae, o CIESP (Centro das Indústrias do Estado de São Paulo), o SENAI-SP e a Prefeitura Municipal de São Carlos. O evento será realizado no Auditório do CIESP São Carlos, das 15h às 19h, e tem como objetivo central gerar parcerias, estimular a inovação e abrir caminho para novos negócios entre empresas da cadeia industrial local. Programação A tarde de atividades contará com quatro blocos temáticos: Inscrições As vagas são limitadas. Empresários, gestores e profissionais interessados em participar devem garantir a inscrição antecipadamente pelo site do Sebrae-SP: 👉 inscricao.sebraesp.com.br/produto/turma/38276906 Serviço Encadear Summit – Dia Nacional da Indústria 📅 Data: 25 de maio de 2026 (segunda-feira) 🕒 Horário: 15h às 19h 📍 Local: Auditório do CIESP São Carlos 🔗 Inscrições: inscricao.sebraesp.com.br/produto/turma/38276906

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